segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Conhecimento é poder

Esse post é uma homenagem a um primo, à "turma das Exatas", aos preguiçosos, aos ignorantes na forma da ingenuidade e da injustiça, aos que se acham burros só por não saber certas coisas, aos aversos a intelectualidade, aos simples.
Quando eu era pequena, estudar e saber parecia uma coisa óbvia a se fazer. Talvez se você me perguntasse naquela idade, eu não soubesse clarificar o porquê, embora soubesse que era importante. Já no meio da minha adolescência, - e não faz tanto tempo assim - eu comecei a questionar a razão de seguir regras ao pé da letra, ensinamentos ao pé da letra, fazer o que se espera fazer na escola ao pé da letra (prestar atenção nas aulas, fazer as lições e amigos, claro)... Acabei me flexibilizando um pouco, mas também compreendi (ou inventei?) que, a medida que eu sabia mais, aprendia mais, eu podia enxergar cada coisa de várias maneiras, entender melhor o mundo, pensar sem copiar, interpretar além do óbvio, questionar com mais sofisticação, raciocinar de várias formas.
Ler, saber e observar mais nos permite fugir de armadilhas da dúvida e da ignorância, nos torna diferentes e produtivos, apura nossos sentidos, expande nossa cabeça. As vantagens do saber são tão grandes que o que é ruim nisso acaba sendo uma consequência que se tem de lidar.
Afinal, a partir do momento que você vê mais , você vê mais coisas ruins, você vê mais dissimulação, mais horror, mais injustiça , mais ganância, enfim, mais maldade. Você também pode encontrar o seu lugar abaixo do ideal, encontrar uma auto-compreensão que machuca, se frustra com mais facilidade, se enterra num buraco sufocante em que o seu saber, pouco conhecido e pouco utilizado, mora em silêncio.
Bom, isso para os que utilizam do conhecimento como algo tanto seu quanto do mundo. Pior aqueles que se aproveitam da sabedoria acumulada para se auto-promover, para entender os outros e lhes passar a perna, os que se perdem dentro do que sabem esquecem que nunca saberão tudo... Como todo poder, o conhecimento precisa de sanidade, escrúpulos e humildade.
Mas o conhecimento não é um cara tão fácil de adquirir, e, com o passar dos anos, ainda mais dentro de um contexto desacostumado a estudar , vai ficando mais difícil dar seu tempo a ele. Uma rotina, o acesso fácil a fontes de conhecimento, o costume de ler , de observar, de ir a lugares para aprender mais (cinema, museu, biblioteca, exposições, palestras...)... Para os preguiçosos , se não há habito, tudo parece demais e impossível de dar uma constância. E é verdade. Sem hábito, tudo isso fica chato de se esforçar, e terrível de se acostumar.
Porém, hoje em dia fontes de conhecimento estão muito, muito além do velho trio livros-escola-museu. Mesmo porque, o próprio conhecimento está muito além de um conceito erudito.
Conhecimento não é só historia da humanidade, pensadores e conceitos científicos. É tão além e tão mais diversificado do que isso que chegar a ser uma afronta a produção humana restringí-la à penelinha acadêmica.
Eu percebi o tamanho da palavra conhecimento por volta dos meus 15, dentro da própria escola. Eu nunca fui muito boa em exatas, mas, mesmo que não tivesse dificuldades sérias, era o suficiente para não curtir muito. Só que, a essa idade, eu entendi que saber pelo menos o básico e o conceitual dessas matérias amplificavam minha maneira de falar e de entender certas coisas, muitas vezes nada a ver com essas matérias. E isso se reforçou nos meus 16 (e para frente), com as minhas amizades e maluquices, nada a ver com coisas eruditas, mas tão úteis como conhecimento quanto.
A banda que toca de certa maneira, a letra de não-sei-o-quê, a maneira como não-sei-quem fala ou age, o filme em que acontece não-sei-o-que, o jogo de video game que tem um barato esquisito, a palavra no rpg que não entendi e fui procurar no dicionário, a própria história e referências mitológicas de um rpg, o vídeo comédia no youtube que vira jargão, os personagens de um desenho animado... Tecnologia e informação em massa. Conhecimento leve, altamente utilizado e que nem se percebe que se aprende.
É verdade que essas coisas aumentam nossa capacidade de se comunicar e entender certos problemas, ações e situações, além de trazer afinidades e um pouco de aprendizado. Mas é verdade também que essas coisas não tornam ninguém seres altamente pensantes, assim como nenhum tipo de conhecimento faz. O hábito é um pedaço que amplia conhecimento, e um ampliado conhecimento permite sim compreensões diferentes. As pessoas tornam-se capazes de boas análises e críticas, mesmo não sendo umas devoradoras de livros e jornal (embora seja meio difícil fazer um bom julgamento de uma situação atual sem jornal... LEIA JORNAL! rs...).
A vontade de ficar filosofando o dia inteiro (olha o exagero), mais do que ensinamento de infância, eu vejo uma considerável parte da genética. Não acho que todo mundo precisa ficar pensando o dia todo... Inclusive, acho que seria um tédio, uma praga. Mas uma imaginação saudável e um razoável poder de análise é um direito e dever de todos.
O humano é muito inconstante, complexo, difícil de padronizar, difícil de formular. Graças aos Céus! Os caros amigos que tem o que eu chamo de "cabeça de exatas" destestam isso, porque têm dificuldade de entender e lidar com isso, e têm um natural ódio do que não é... exato. Eu mesma às vezes fico com raiva, porque seria mais fácil. Mas o mais fácil vem acompanhado do restrito, da mesmice, da tédio.
É por isso que quanto mais a gente sabe, menos a gente sabe. E por isso que tentar saber de coisas diversas pode te tornar interessante e aberto.
A regra número um do conhecimento é curiosidade . E a número dois atenção. Pratique. Rs...



*Rio maravilha...*
1 - O que está ouvindo? Logh - The invitation (Rádio Lastfm - Sigur Rós - palmas ao Kuramito pelo gosto musical)
2 - Último filme no cinema? Rebobine, por favor. MUITO BOM! Comédia, ótimo roteiro, você sai com vontade de copiá-los.
3- Último filme em DVD? E o Vento levou. Sim, nunca tinha visto. É enorme e cheio de clichês românticos, mas belo e surpreendente.
4 - Última burrada? Dar a volta na Lagoa Rodrigo de Freitas das 11h às 13h sem protetor solar.
5 - Reflexão do Dia: Quanto mais você sabe, menos você é feito de trouxa.

P.S.: Sei que este não é um blog abandonado, pois volta-e-meia vem algum amigo ou uma pessoa no orkut dizer que o leu. Meu objetivo de escrever nele também não é ficar fazendo coleção de comentários como um album de figurinhas. Mas, para quem generosamente puder, dê uma espécie de retorno dos posts nos comentários, pelo menos pensando em duas razões: uma, que os comentários pode incitar discussões/conversas, e eu gosto. Dois, e mais importante, porque um blog com comentários atrai quem está fazendo uma passagem rápida por ele a realmente lê-lo, o que, dentro dos meus objetivos, é algo muito desejável.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O sabor do mal

Esse ano, aproveitando o clima de final, algumas percepções sobre o jeito como as pessoas agem e como elas pensam atravessaram a minha pele como uma espada que acabou de sair do ferreiro (nossa, essa foi péssima). Em vários momentos, senti o quanto eu era/sou ingênua e - por que não reconhecer isso? - boazinha.
A maneira como trato os outros, a maneira como enxergo as coisas, a maneiro como lido com situações difíceis, a maneira como olho para os outros (embora essa, depois de tanta decepção, tenha ficado um pouco mais... "madura" - ou pessimista, como prefiro entender), a maneira como considero as possibilidades e a maneira como evito certos assuntos, às vezes são tão diferentes do jeito que a maioria das pessoas trata que fico confusa, sem saber se estou sendo estúpida, puritana e trouxa, ou se estou um passo a frente como ser humano. Pode ser os dois (?), pode ser um ou outro, dependendo de uma situação.... E isso que é o pior, porque fica muito complicado saber quando é quando, e não tem ninguém para ajudar, nenhuma resposta divina, nem uma luz de sabedoria para elucidar. Aí, a coisa fica mais torturante: porque a tarefa de decidir é minha, e ao mesmo tempo que tenho medo de parecer idiota, tenho medo de me tornar (leia como parecer) medíocre e vulgar.
Mas... Como os pottermaníacos adoram citar a frase de Dumbledore: "São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades". Acho genial. E, óbvio, também acredito nisso.
Às vezes bate aquele terror de ficar para trás, de soar conservadora, e acabo fazendo besteira. Porém, geralmente me atenho ao que acho mais elegante e correto. Pena que isso sou eu, e cada vez que eu vejo o quanto o humano pode ser abaixo da crítica, tenho a triste sensação de que transformação é um tesouro de baixo do arco-íris. Sorte que a sensação é momentânea, porque sem "sonhadores" nós estaríamos na Idade Média ainda. É difícil cobrir o emocional com o racional, mas uma cabeça fresca ajuda muito.

Aos adeptos das atitudes "malvadas" - e nem digo aquele mal da violência, da injustiça e do prazer psicopata, mas o cotidiano, do passar a perna, do não ligar para os sentimentos dos outros, do egoísmo, do divertimento às custas dos outros, do trair, do cheirar sem ligar se está dando dinheiro ao tráfico, do falar merdas ofensivas quando se está bêbado, do se aproveitar da bondade dos outros, do parasitismo, da exploração, da preguiça de se fazer algo pelos outros, das opções financeiras acima do bem-estar alheio, da discriminação por aparências e gostos, do rude, da desonestidade, da falta de educação, do dissimulação, do cinismo, do desprezo... -, a vida só pode ser vivida bem com algumas delas. O deleite do "se dar bem", do "saber viver" é tamanho que corrompe boa parte das pessoas.
A vontade de estar bem e feliz é muito maior do que fazer alguns sacríficios para que todos estejam bem e felizes, talvez sem tanta intensidade. Não é bem assim que se pensa. A parte dos outros, na verdade, é ignorada, não é lembrada. O que é lembrado é o sacrifício de se deixar de fazer algo para que não ocorra (ou ocorra menos) coisas ruins aos outros.
Esse vilanismo é impregnado até (de fato, correntemente) em quem é generalizadamente bom. É muito difícil deixar de olhar para o próprio umbigo quando se age ou pensa. A balança gosta de priorizar e considerar com mais efervescência as vantagens e danos do próprio dono. Entenda, não é sempre, não para todas as situações, não é para todos os tipos de mal, dependendo de cada pessoa. Mas é muito seguro afirmar que para certos momentos, 95% das pessoas não consegue ver uma situação muito além de seu próprio mundo.
Para minha infelecidade, inclusive, eu me encaixo nesse "certos momentos", como a pouco tempo fui acordada para ver. Não é simplesmente porque você não está interessado, mas porque você não está acostumado a enxergar. A ignorância é amiga da maldade. Um bom tratamento de choque e um bom ciclo social ajudam a perceber os outros. Às vezes você até percebe os outros, mas não TODOS os outros, se é que me entendem. No meu caso, disseram-me que eu vejo meus amigos, mas não vejo minha família. Eu considerava que via, mas descobri que pelo jeito não era da maneira que devia. (isso foi meio off)

A maldade dos "bons" é facilmente perdoada por outrem, porque o bom em quantidade considerável remedia escorregões e algumas maldades crônicas.
Apesar disso, eu ando tão sensível a comportamentos e o tipo de sinais que eles transmitem, que mesmo essas "maldades bobinhas/desculpáveis" me deixam muito desanimada. Sinto como se disposições tivessem limite, como se todos fossem fáceis de corromper, como se instinto de sobrevivência fosse maior que decência, como se as pessoas fossem incapazes de entender dor sem sentí-la.
O sabor da maldade parece doce: todos se sentem tolos de não experimentar e tentados a repetir a dose, embora saibam que não faz bem. Às vezes pode até viciar. Tem gente que acha que só pisoteando a vida tem graça. Prefiro achar que graça tem o infame, o deboche próprio e o inusitado.

*Plim*
1 - O que está ouvindo? Visions of Atlantis - Lemuria (Lastfm - rádio Nightwish -> To adorando essa coisa da rádio)
2- Ultimo filme em DVD? Retratos da Vida (Les uns et Les autres). Looooooooooooongo, porém comovente.
3- Último milagre? Fiz uma geral na minha estante de livros.
4- Último azar? Perder, em alguma falcatrua no Sedex, um memory card de GameCube.
5- Reflexão do dia: Manequeísmos só em Hollywood, mas bem que eu queria algumas bondades plenas.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Ah, tempo, tempo....

Meu amigo e inimigo tempo é o assunto de hoje, já que ele andou de brincadeira comigo essas últimas semanas, enquanto também tive boas constatações de que, sem ele, o mundo seria muito mais sem graça e primitivo.
Não usemos, por favor, de maneira sólida a idéia do tempo científico. Aquele colega metódico que não passa de rotações da terra, com determinados números que o codificam, usado simplesmente para catalogar a história do universo, do mundo e da humanidade.
Não, o tempo também é instrumento filosófico. É o parceiro e complicador de todos nós. Sem ele, não tem velhice, não tem prazo, não tem renovação, não tem desenvolvimento. O tempo é mestre e vilão. O tempo é correnteza e barreira. O tempo é espetáculo e tédio.
O antítico e ambíguo tempo é aquele cara que você corre contra quando precisar ler milhões de coisas num curto espaço que ele dá. Mas é o mesmo que ameniza emoções amargas, que resolve sensações desagradáveis e encontra soluções porque lhe deu experiência ou cabeça fresca. É o camarada que lhe deu sugestões, que lhe engrandeceu com os alto e baixos.
Gosto muito do tempo, apesar de detestá-lo quando ele se mostra tão pequeno perto do que se precisa fazer: acordar, se exercitar, ler jornal, ler feito uma condenada, viajar até São Paulo, assistir aulas, voltar de São Paulo, ler, ler, ler, arranjar espaço para diversão e descontração, dormir, fazer cursos de línguas, estudar música, escrever no blog, se entreter na internet, querer fazer mais aulas e não poder... O tempo te obriga a fazer opções. Não tem vidas em forma de cogumelos verdes, nem relógios que param o mundo, nem viratempos. É tudo na raça, e o que foi, não volta.
Eu sempre gostei de quem me força a ir acima dos meus atuais limites, ou me mostra o quão despreparada e sem talento eu sou e que, portanto, tenho muito o que aprender e nunca alcançarei uma plenitude. Pode soar desanimador, mas como alguém que naturalmente gosta de desafios pessoais, eu não paro, choro e ignoro, nem me posiciono confortavelmente na simples admissão da minha falta de certas características que considero melhores. Eu vou atrás, por mais que algumas coisas eu saiba que nunca serão bem concretas, muito menos perfeitas. Para essas pessoas, que eu posso contar nos dedos, tive momentos de admiração total e outras de pura raiva, pela forma severa como geralmente me tratam/tratavam. Mas, no fim, é essa forma severa que me estimula(va), em tom de desafio. O tempo não é uma pessoa, mas a maneira como o vejo é a mesma maneira como vejo essas pessoas.
Ele está ali me forçando a ir mais além do que eu imagino que posso, e às vezes até consigo, entrando num deleite de superação pessoal. Há os momentos em que não consigo e, por mais que num instante eu pense que foi, nunca será em vão. Pode não vir em forma de uma leve superação fracassada, mas na forma de uma maneira para não se repetir, ou mesmo de uma que deve ser aplicada de outra forma... entre tantos outros ensinamentos.
O tempo existe para ensinar. O castigo e o sucesso são instrumentos de aprendizado.

Todo mundo reclama do tempo. E todo mundo se impressiona com o tempo. No final de ano, é sempre a mesma coisa: "Como esse ano passou rápido!".
Além de professor e médico, pai e mãe, juiz e promotor, o tempo também é astro. Ainda mais hoje em dia (que, na verdade, para mim, membro da geração do computador, trata-se do sempre), em que a gente faz tanta coisa, tem tanta coisa para ver, ouvir e aprender, bem como várias coisas para não fazer nada (leia-se: não usar os neurônios, o que às vezes é muito bem-vindo), parece que o tempo está curto, ou que só atrapalha...
As pessoas estão sempre com o olho no relógio e no calendário, contando horas, dias ou meses para algum acontecimento, ou para entregar algo a tempo. Tudo muito rodeado de unhas ruídas, cabelos brancos, culpas, ataques e colapsos. Esse tipo de associação o tempo não pediu, embora receba como consequência de suas restrições.
O pobre tempo simplesmente existe. Está ali, não pode mudar, não pode flexibilizar, não pode se comover com os seus anseios, não pode durar mais um pouquinho pela sua felicidade. Ele é aquilo e pronto. A não ser que se confirme a relação entre tempo e universos paralelos, acho muito difícil que nós consigamos interferir no tempo, como tanto sonham o misticismo e a ciência.
Sobra para nós, mortais e transformadores, nos adaptarmos ao tempo e seus limites. Quando o tempo pede disciplina, devemos buscar disciplina; quando pede pelo gozo de um momento, devemos saber aproveitar.
É tão fácil dizer uma coisa dessas diante dos obstáculos de se encontrar esse tipo de equilíbrio, que estou até tomando água de coco na cadeira de praia para ver se a ação alcança as palavras. Serve para quem nunca encontrou essa reflexão de psicólogo: não culpe o tempo, culpe você mesmo e se resolva, ou ao menos tente ( E não se sinta tão frustrado se não conseguir. Muito mais corajoso e digno tentar).
Eu ando na corda bamba nessa história. Vou muito cuidadosamente, às vezes faço grandes avanços, às vezes caio na rede lindamente. Quando caio na rede xingo o tempo, mas sei bem que a culpa é minha e me amaldiçoou por alguns erros tão repetidos.
Bom, pelo menos eu fico satisfeita quando faço bom uso do tempo.



*Stick & Sweet*

1 - O que está ouvindo? Ashanti - Don't let them (ouvindo a rádio do lastfm e descobrindo novas cantoras, que segundo o lastfm, seriam parecidas com a Christina Aguilera. Até gostei dessa Ashanti, apesar de que até hoje para mim esse nome era uma etnia africana - deve ter origem)
2 - Último filme na tv? "Uma questão de bolas"... Comédia besteirol com dodgeball e Ben Stiller... Acho que eu estava de muito bom humor hoje, porque consegui achar graça. Bom, melhor que as comédias adolescentes estritamente sexistas americanas.
3 - Primeiro presente de aniversário deste ano? Super Smash Bros Brawl, pro wii, já com muitas horas de jogatina.
4 - Último show que foi? Qual? Qual? Madonna, Stick & Sweet Tour, no dia 18. High tech, lindo, fantástico, Madonna poderosa e enérgica, supreendentemente simpática e comunicativa.
5 - Reflexão do dia: Você é que se adapta às dificuldades, não elas a você.